segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Mogi Mirim: leilão do Domênico Bianchi é suspenso

Em reunião no Ministério Público na tarde de quarta-feira, 1, ficou acertada a suspensão definitiva do leilão do loteamento Domênico Bianchida, que estava marcado para o próximo dia 6. Durante a reunião que contou com membros da administração da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), de Mogi Mirim, e a promotora Cristiane Corrêa de Souza Hillal, foi exposto pelo executivo municipal o projeto de legalização do loteamento por meio do programa estadual ‘Cidade Legal’. Gerson Rossi Júnior, chefe de gabinete, expôs, juntamente com os diretores de departamento Alcides Carmona (Jurídico) e Sidnei Hugo de Carvalho (Planejamento e Desenvolvimento Urbano), o andamento dos trabalhos. “A prefeitura já cumpriu alguns passos, como a medição da gleba e a elaboração da documentação. Explicamos todo o processo e a promotora aceitou nossa proposta. Agora vamos trabalhar junto ao ‘Cidade Legal’ para que a regularização do loteamento ocorra da maneira mais rápida possível”, explicou Rossi. Com a suspensão do leilão e o caminho aberto para a regularização, a prefeitura agora trabalha para agilizar o processo. “Na próxima semana entraremos em contato com a Secretaria Estadual de Habitação para solicitar a regularização”, afirma. 

Publicado em A Comarca - Portal de Notícias de Mogi Mirim
Mais informações em: http://www.acomarca.com.br/?pg=noticia&id=763

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Presidente da Cohapar abre encontro técnico “Regularização Fundiária: Avanços e Desafios”, em Foz do Iguaçu

O presidente da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), Everaldo Moreno, abriu nesta quinta-feira (25) o encontro técnico “Regularização Fundiária: Avanços e Desafios”, em Foz do Iguaçu. O evento é realizado pela Cohapar e idealizado pelo Fórum Nacional de Secretários de Habitação e Desenvolvimento Urbano e pela Associação Brasileira de Cohab`s (ABC). Lair Krähenbül, presidente do Fórum Nacional de Secretários de Habitação e Desenvolvimento Urbano, acredita que o problema da regularização fundiária é duas ou três vezes maior que o da habitação. “São cerca de 20 milhões de imóveis com inadequação e cerca de seis milhões de habitações necessárias para sanar esta questão habitacional. Temos muito a ser feito ainda e precisamos debater cada vez mais este assunto”, disse. Segundo Lair, a Cohapar é um exemplo nas questões de regularização. “A Companhia de Habitação do Paraná sempre foi exemplo para todo o País, pois adota uma postura responsável e está desenvolvendo um programa emblemático no Guarituba, em Piraquara”. Hélio Hamilton Vieira Júnior, presidente da Associação Brasileira de Cohab’s e presidente da Cohab de Santos, acredita que a regularização é um dos desafios da atividade habitacional. Durante o encontro estão sendo discutidos ainda temas como a participação das prefeituras no processo, avaliação de um único entendimento dos cartórios registradores, programas próprios de regularização fundiária com capacitação e captação de recursos. Ao final do encontro, será produzido um documento com as principais situações a serem enfrentadas pelas Companhias de Habitação e que será encaminhado ao Ministério das Cidades para que todo o País tenha um entendimento sobre o assunto.
Fonte:
Jornal do Correio Regional
Mais informações em:
http://jornalcorreioregionalibaiti.blogspot.com/2010/11/presidente-da-cohapar-abre-reuniao.html

terça-feira, 23 de novembro de 2010

SECRETÁRIO FAZ BALANÇO DA HABITAÇÃO NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA-SP

Secretário Lair Krähenbühl apresenta balanço de sua gestão à
Comissão de Serviços e Obras da Alesp, presidida pelo deputado Simão Pedro (à direita)

Nesta terça-feira, 23 de novembro, o secretario estadual da Habitação e presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), LairKrähenbühl, fez um balanço das ações do governo no setorna Assembleia Legislativa. A apresentação aconteceu a convite da Comissão de Serviços e Obras Públicas, presidida pelo deputado estadual Simão Pedro (PT), e foi acompanhada por parlamentares e lideranças de movimentos populares.

O secretário expôs as principais diretrizes que nortearam as ações da secretaria da Habitação e da CDHU desde 2007. Segundo ele, a Habitação de Interesse Social ganhou uma nova perspectiva. “É preciso pensar além entregar a moradia. Trabalhamos para que as pessoas tenham uma habitação de qualidade, o mais perto possível do seu local de trabalho e com todas as facilidades de transporte”, falou o secretário. Por isso, a atuação da secretaria assumiu um novo enfoque. Além da construção de novos imóveis, prioriza a regularização fundiária, a urbanização de favelas e a requalificação de áreas degradadas com foco e o incremento das parcerias com sindicatos, entidades, agentes financeiros, prefeituras e governo federal.

O secretário explicou ainda que o grande problema concentra-se nas Regiões Metropolitanas (São Paulo, Campinas e Baixada Santista). Elas respondem pela maior parte do déficit habitacional e da inadequação de moradias em todo o Estado, 59%, em um déficit de 1,2 milhões de moradias. “Está cada vez mais difícil conseguir terrenos de qualidade. Além de ter que atender as famílias, os terrenos são caros e acabamos por competir com o mercado imobiliário”, explicou Lair Krähenbühl. 

Programa Cidade Legal é destacado

Em um rápido balanço, o secretário apresentou o crescimento da participação da CDHU na política habitacional do Estado. Desde 2007, o orçamento da CDHU saltou de R$ 680 milhões para R$ 1,3 bilhões em 2010. “Até o final do ano entregaremos mais 15 mil moradias e outras 42 mil ficarão em canteiro para serem entregues pelo próximo governador”, disse. O secretario Lair Krähenbühl destacou também a importância da atuação dos deputados para o êxito do Programa “Cidade Legal”. Cerca de 414 municípios já participam do programa, que está ajudando a regularizar 11,3 mil núcleos, beneficiando 2,2 milhão de famílias. “Sou presidente do Fórum Nacional dos Secretários da Habitação e nas nossas reuniões os outros estados mostram interesse em seguir o modelo”. Lair aproveitou para mostrar aos deputados a importância do trabalho em parceria e a participação dos parlamentares no projeto. “Graças à Lei de Emolumentos, aprovada pela Assembléia, o Estado reduziu em 90% as taxas de cartório para o primeiro registro dos imóveis de interesse social”, disse. Pela lei, o registro de um imóvel popular, que poderia chegar a R$ 2.000,00, caiu para menos de R$ 200,00. Além de garantir aos proprietários a segurança e benefícios da documentação, a regularização abre caminho para a implantação de sistemas de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto, normatização do uso do solo, entre outros. “É o acesso completo à moradia e a promoção da cidadania. Quando a lei foi feita, os cartórios reclamavam. Agora, descobriram que colocando o imóvel na legalidade eles podem lucrar em todas as outras transações formais”, explicou. 
Lair Krähenbühl destacou também a importância da atuação dos
 deputados para o êxito do Programa “Cidade Legal”.
O Programa para idosos “Vila Dignidade”, a urbanização de favelas e as parcerias com entidades da sociedade civil também foram temas abordados nas quase três horas de exposição. A criação da lei que abriu caminho para que seja instaurado o Conselho Estadual da Habitação foi outro destaque. A legislação, aprovada pela ALESP em 2009, criou o Fundo Paulista de Habitação de Interesse Social (FPHIS) e o Fundo Garantidor Habitacional (FGH), que servirá de avalista à população de baixa renda. “Ele fomentará um mercado imobiliário para os setores que mais necessitam. O Governo entrará como avalista do mutuário que hoje não consegue crédito por não atender os requisitos exigidos pelas financiadoras”, explicou. Ao final da apresentação, o deputado Simão Pedro ressaltou a importância da visita do secretário à comissão “Ele está entre os secretários mais colaborativos do Governo, sempre nos atende e mantém um canal direto entre a Assembleia e a secretaria. Essa foi sua segunda visita no ano”, disse Simão Pedro. “O secretário Lair sabe atender os prefeitos e tem atuação destacada no desenvolvimento da habitação no Estado”, declarou a deputada Analice Fernandes.


Autor: Superintendência de Comunicação Social

Regularização Fundiária é tema de Seminário em São Paulo

23/11/2010
MCidades realiza evento para discutir Lei da Regularização Fundiária

Foto: Arquivo/MCidades

Novos instrumentos da demarcação urbanística e a legitimação de posse instituída pela Lei da Regularização Fundiária (Lei nº 11.977/2009), estão sendo discutidos na 1ª Oficina de Regularização Fundiária que se iniciou domingo (21), na capital paulista. Promovido pela Secretaria Nacional de Programas Urbanos (SNPU) do Ministério das Cidades, o evento reuniu entidades representantes dos cartórios, governo federal e estadual para debater os instrumentos necessários para a reforma urbana. 

O Secretário Nacional de Programas Urbanos do MCidades, Celso Carvalho, explicou a importância de discutir as diretrizes da lei da regulamentação fundiária com prefeituras e cartórios da região metropolitana de São Paulo. “É uma iniciativa do ministério de organizar, junto com o governo do Estado, cartórios, prefeituras e entidades, mecanismos para divulgar os procedimentos da lei”. 

Celso Carvalho adiantou que a SNPU deve levar a discussão sobre regularização fundiária a todas as regiões do país. “Vamos construir na região metropolitana de São Paulo uma ação conjunta abrindo caminho para expandir esse tipo de modelo para outras regiões brasileiras”, disse. 

“A SNPU está fazendo grande esforço para divulgar os procedimentos da lei, a mesma que criou o programa Minha Casa Minha. Construímos uma legislação que garante moradia de qualidade para as pessoas”, acrescentou o secretario lembrando o Estatuto da Cidade, criado há nove anos e que ganhou reforço com a nova legislação. 

A regularização consiste no conjunto de medidas jurídicas, urbanísticas, ambientais e sociais, visando resolver a situação dos assentamentos irregulares. O objetivo do Seminário é mostrar a importância de se fazer cadastramento, demarcação, registro, legislatura de posse, ou seja, a concretização do direito à moradia e garantia para os moradores de áreas irregulares, com a segurança de posse por meio de títulos registrados em cartório. 

Segundo a presidente da Associação dos Notários e Registradores do Estado de São Paulo (ANOREG-SP), Patrícia Rezende, o evento permite proporcio um encontro técnico e produtivo com a preocupação de aplicar a lei da melhor forma, usando as novas ferramentas da regularização fundiária. “Precisamos oferecer à população do Estado de São Paulo, o que toda sociedade precisa para dormir com tranquilidade: segurança jurídica”, afirmou Patrícia. 

O secretário de Habitação de Diadema/SP, Márcio Luiz Vale, afirma que o governo Federal sancionou a lei não só para beneficiar as pessoas que vivem em terrenos irregulares, mas para aperfeiçoar o sistema. “Através dessa lei será possível que pessoas de baixa renda adquiram o imóvel que habitam”. 

A diretora do Departamento de Regularização da prefeitura de São Paulo, Ana Lúcia Callari, ressaltou que “a formalização é importante, pois a maioria dos moradores não possui título de propriedade de seus lotes. A lei remove os obstáculos para conseguir a regularização. É preciso haver um trabalho de sinergia. Todos trabalhando juntos para objetivar a lei, regularizar uma situação que existe há anos”. 

Oficina – A oficina acontece até hoje (23), no Espaço São Paulo e foi idealizada a partir de um encontro entre as prefeituras, o Ministério das Cidades e entidades representantes dos cartórios. Duas mesas-redondas e salas temáticas serão realizadas para discutir temas relacionados à regularização fundiária e apresentações de grupos de trabalhos. 

Estiveram presentes na mesa de abertura o Secretario Celso Santos Carvalho; a presidente da ANOREG-SP, Patrícia Rezende; o presidente do Instituto de Registradores Imobiliários de São Paulo (ARISP-SP), Fluzilino Araujo dos Santos; o presidente da Associação dos Notários e Registradores do Brasil (ANOREG-BR), Rogério Portugal Bacellar; o promotor de Justiça, Maximiliano Rosso; o prefeito do município de Osasco, Emídio de Souza; o secretario de Estado de Habitação do governo de São Paulo, Lair Alberto Soares Krahenbuhl; o secretário Municipal de Habitação da Prefeitura de São Paulo, Ricardo Pereira Leite; o secretario Municipal de Habitação e Desenvolvimento Urbano da prefeitura e Diadema/SP; o secretario municipal de habitação e desenvolvimento urbano da prefeitura de Osasco, Sergio Gonçalves e o secretario Municipal de Habitação da Prefeitura de Guarulhos, Orlando Fantazzini. 

Fonte: Ministério das Cidades
Assessoria de Comunicação
(61)2108-1602


quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Avanços e Desafios da Regularização Fundiária e sua Aplicação nas Cidades: João Pessoa

 



A secretária de Habitação de João Pessoa, Emília Correia Lima, abriu na tarde desta terça-feira (16) o encontro que irá debater os "Avanços e Desafios da Regularização Fundiária e sua Aplicação nas Cidades". O evento, que acontece até esta quarta-feira (17), no VerdeGreen Hotel, na praia de Manaíra, é direcionado a secretários de habitação das regiões Norte, Nordeste e parte do Centro Oeste. A iniciativa é do Fórum Nacional de Secretários de Habitação e Desenvolvimento Urbano (FNSHDU) e da Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos de Habitação (ABC).
Na solenidade, a secretária municipal de Habitação Social, Emília Correia Lima, que é também secretária geral do Fórum Nacional, informou que a maioria das cidades brasileiras de grande e médio porte não é legalizada do ponto de vista da regularização fundiária. Ela destacou os avanços na Capital.
"Aqui em João Pessoa, graças a um acordo celebrado entre a Prefeitura da Capital (PMJP), o Tribunal de Justiça do Estado (TJ-PB) e a Associação dos Notários e Registradores (Anoreg), foi possibilitado que moradores de áreas carentes da cidade, na maioria locais ocupados indevidamente, recebessem as escritura de suas casas de forma gratuita. Um exemplo é o bairro do Padre Zé, onde a maioria dos seus imóveis se encontrava em situação irregular e a prefeitura já conseguiu entregar cerca de 90% das escrituras desses imóveis", disse.
A secretária alertou que, na situação de irregularidade, as pessoas têm seu imóvel de fato, mas não de direito. "E é no sentido da legalização desses imóveis que estamos trabalhando. Lembrando que a regularização fundiária na Capital é uma iniciativa pioneira do Governo Municipal e com custo zero para o dono da casa", frisou Emília.


Sílvio Figueiredo (Programa Cidade Legal), Ana Paula Bruno (Ministério das Cidades), Emília Correia Lima (Secretária de Habitação de João Pessoa), 
Lair Krahenbuhl (Presidente do FNSHDU), Nelson Bugalho (Ministério Público) e 
Nelson Nicolau Szwec (Secretário Executivo da ABC)
. 
Emília Correia Lima ressaltou ainda que há muitos empecilhos e problemas a resolver nesta questão e que o encontro tem o objetivo de identificar exatamente os problemas, trocar experiências com as outras regiões e alcançar uma eficiência maior nesta área.
O encontro conta com a presença do presidente do Fórum Nacional de Secretários de Habitação e Desenvolvimento Urbano (FNSHDU), Lair Krahenbuhl, e do presidente da Associação Brasileira de Cohabs, Hélio Hamilton Vieira Junior. Entre os palestrantes estão Ana Paula Bruno, representando o Ministério das Cidades; Marcelo Berthe, juiz auxiliar da presidência do Conselho Nacional de Justiça de Brasília; o promotor de justiça Nelson Bugalho, representando o Ministério Público, e Sérgio Jacomino, diretor da Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo. Participam ainda como convidados, Davi Alvarenga, assessor da presidência do Conselho Nacional de Justiça, e Tarcísio Wensing, Oficial do Cartório de Registro de Imóveis da Comarca de Santa Isabel/SP.
De acordo com o presidente do Fórum Nacional de Secretários de Habitação e Desenvolvimento Urbano (FNSHDU), Lair Krahenbuhl, de cada dez habitações no Brasil, quatro estão em situação irregular. "São cerca de 12 milhões de imóveis irregulares em todo o país. Um problema grave e temos que avançar com a política de regularização fundiária. A falta dessa política pública é um empecilho para a realização de outras nessas localidades, como o investimento em obras de saneamento, por exemplo, além de criar uma série de conflitos para essas famílias como a questão da herança, pois sem o documento legal ela não tem como comprovar que aquele bem lhe pertence", destacou.
O encontro irá tratar ainda dos entraves para o avanço dessa política como a falta de mão de obra qualificada e os altos custos dos registros nos cartórios. "Por isso é de fundamental importância a parceria com o Ministério Público e os Tribunais de Justiça, que irão interferir nas custas desse documento nos cartórios, que passam pela mudança na legislação de regularização", disse Lair.
Ao final do evento, será preparado um documento com os apontamentos que vai ser encaminhado ao Ministério das Cidades. A segunda etapa do encontro, que acontece dias 25 e 26 deste mês, em Foz do Iguaçu-PR, vai reunir secretários de habitação das Regiões Sul, Sudeste e outra parte do Centro Oeste.
Morar Legal - Levantamento realizado pela diretoria de Regularização Fundiária da Secretaria Municipal de Habitação contabilizou em toda a cidade 24.240 lotes, onde vivem 111.557 pessoas sem a escritura do imóvel. Esse trabalho começou em 2009 com o lançamento, pelo Governo Municipal, do Programa Morar Legal, destinado à regularização fundiária de famílias que possuem uma moradia própria, mas não têm os documentos que comprovam essa posse. A regularização vai dar posse legal da terra para quem mora em áreas de interesse social, além de garantir que os moradores das comunidades assistidas possam ter direito, de forma gratuita, a todos os benefícios da moradia legalizada.

Publicada no site da Prefeitura de João Pessoa - 16 nov. 2010


sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Secretaria da Habitação entrega certificado de regularização de imóveis em Arujá




A Secretaria de Estado da Habitação entregou nesta sexta-feira, 29 de outubro, Certificado de Regularização do bairro Chácaras Colinas Verdes, em Arujá, por meio do Programa “Cidade Legal”. O documento possibilita a averbação dos 104 imóveis desse núcleo habitacional em cartório. Foram beneficiadas 125 famílias. O secretário executivo do Programa “Cidade Legal”, Silvio Figueiredo, explicou que Arujá é um exemplo para o Estado no que diz respeito a regularização de imóveis. “O programa dá apoio técnico, mas quem regulariza as moradias é o município. Arujá é uma das cidades mais avançadas, pois as famílias de 17 bairros já estão recebendo seus documentos”. O prefeito de Arujá, Abel Larini, enfatizou a importância do convênio com a Secretaria da Habitação. “O Programa Cidade Legal tem nos ajudado muito. Tínhamos muito trabalho, pois dos 100 bairros da cidade, pelo menos 40 estavam irregulares. Hoje quase 50% estão com a documentação correta.” Em Arujá, 42 núcleos habitacionais estão cadastrados para a regularização no Programa “Cidade Legal”. Mais de 17 mil famílias podem ser beneficiadas.
SH – Assessoria de imprensa. Fones: (11) 2505.2489. E-mail: imprensa@cdhu.sp.gov.br

1.364 títulos de propriedade são entregues na região de Campinas

A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) entrega nesta sexta-feira, 29 de outubro, matrículas individualizadas de dois conjuntos habitacionais da região de Campinas. No primeiro evento, às 14h30, em Indaiatuba, serão entregues 664 títulos aos mutuários do conjunto Lúcio Artoni, no Jardim Eldorado. Em seguida, às 16 horas, em Americana, 700 mutuários do empreendimento Americana C receberão os documentos. As moradias foram regularizadas e averbadas pela CDHU, através do Programa Cidade Legal. Dessa forma, os mutuários podem obter a escritura definitiva de suas moradias assim que quitarem o financiamento. Se tornando de fato os proprietários dos imóveis, os mutuários têm garantido o acesso ao mercado formal de crédito e podem até comercializar suas casas ou transferi-las para seus herdeiros, entre outros benefícios. 
SH – Assessoria de imprensa. Fones: (11) 2505.2489. E-mail: imprensa@cdhu.sp.gov.br