quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Avanços e Desafios da Regularização Fundiária e sua Aplicação nas Cidades: João Pessoa

 



A secretária de Habitação de João Pessoa, Emília Correia Lima, abriu na tarde desta terça-feira (16) o encontro que irá debater os "Avanços e Desafios da Regularização Fundiária e sua Aplicação nas Cidades". O evento, que acontece até esta quarta-feira (17), no VerdeGreen Hotel, na praia de Manaíra, é direcionado a secretários de habitação das regiões Norte, Nordeste e parte do Centro Oeste. A iniciativa é do Fórum Nacional de Secretários de Habitação e Desenvolvimento Urbano (FNSHDU) e da Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos de Habitação (ABC).
Na solenidade, a secretária municipal de Habitação Social, Emília Correia Lima, que é também secretária geral do Fórum Nacional, informou que a maioria das cidades brasileiras de grande e médio porte não é legalizada do ponto de vista da regularização fundiária. Ela destacou os avanços na Capital.
"Aqui em João Pessoa, graças a um acordo celebrado entre a Prefeitura da Capital (PMJP), o Tribunal de Justiça do Estado (TJ-PB) e a Associação dos Notários e Registradores (Anoreg), foi possibilitado que moradores de áreas carentes da cidade, na maioria locais ocupados indevidamente, recebessem as escritura de suas casas de forma gratuita. Um exemplo é o bairro do Padre Zé, onde a maioria dos seus imóveis se encontrava em situação irregular e a prefeitura já conseguiu entregar cerca de 90% das escrituras desses imóveis", disse.
A secretária alertou que, na situação de irregularidade, as pessoas têm seu imóvel de fato, mas não de direito. "E é no sentido da legalização desses imóveis que estamos trabalhando. Lembrando que a regularização fundiária na Capital é uma iniciativa pioneira do Governo Municipal e com custo zero para o dono da casa", frisou Emília.


Sílvio Figueiredo (Programa Cidade Legal), Ana Paula Bruno (Ministério das Cidades), Emília Correia Lima (Secretária de Habitação de João Pessoa), 
Lair Krahenbuhl (Presidente do FNSHDU), Nelson Bugalho (Ministério Público) e 
Nelson Nicolau Szwec (Secretário Executivo da ABC)
. 
Emília Correia Lima ressaltou ainda que há muitos empecilhos e problemas a resolver nesta questão e que o encontro tem o objetivo de identificar exatamente os problemas, trocar experiências com as outras regiões e alcançar uma eficiência maior nesta área.
O encontro conta com a presença do presidente do Fórum Nacional de Secretários de Habitação e Desenvolvimento Urbano (FNSHDU), Lair Krahenbuhl, e do presidente da Associação Brasileira de Cohabs, Hélio Hamilton Vieira Junior. Entre os palestrantes estão Ana Paula Bruno, representando o Ministério das Cidades; Marcelo Berthe, juiz auxiliar da presidência do Conselho Nacional de Justiça de Brasília; o promotor de justiça Nelson Bugalho, representando o Ministério Público, e Sérgio Jacomino, diretor da Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo. Participam ainda como convidados, Davi Alvarenga, assessor da presidência do Conselho Nacional de Justiça, e Tarcísio Wensing, Oficial do Cartório de Registro de Imóveis da Comarca de Santa Isabel/SP.
De acordo com o presidente do Fórum Nacional de Secretários de Habitação e Desenvolvimento Urbano (FNSHDU), Lair Krahenbuhl, de cada dez habitações no Brasil, quatro estão em situação irregular. "São cerca de 12 milhões de imóveis irregulares em todo o país. Um problema grave e temos que avançar com a política de regularização fundiária. A falta dessa política pública é um empecilho para a realização de outras nessas localidades, como o investimento em obras de saneamento, por exemplo, além de criar uma série de conflitos para essas famílias como a questão da herança, pois sem o documento legal ela não tem como comprovar que aquele bem lhe pertence", destacou.
O encontro irá tratar ainda dos entraves para o avanço dessa política como a falta de mão de obra qualificada e os altos custos dos registros nos cartórios. "Por isso é de fundamental importância a parceria com o Ministério Público e os Tribunais de Justiça, que irão interferir nas custas desse documento nos cartórios, que passam pela mudança na legislação de regularização", disse Lair.
Ao final do evento, será preparado um documento com os apontamentos que vai ser encaminhado ao Ministério das Cidades. A segunda etapa do encontro, que acontece dias 25 e 26 deste mês, em Foz do Iguaçu-PR, vai reunir secretários de habitação das Regiões Sul, Sudeste e outra parte do Centro Oeste.
Morar Legal - Levantamento realizado pela diretoria de Regularização Fundiária da Secretaria Municipal de Habitação contabilizou em toda a cidade 24.240 lotes, onde vivem 111.557 pessoas sem a escritura do imóvel. Esse trabalho começou em 2009 com o lançamento, pelo Governo Municipal, do Programa Morar Legal, destinado à regularização fundiária de famílias que possuem uma moradia própria, mas não têm os documentos que comprovam essa posse. A regularização vai dar posse legal da terra para quem mora em áreas de interesse social, além de garantir que os moradores das comunidades assistidas possam ter direito, de forma gratuita, a todos os benefícios da moradia legalizada.

Publicada no site da Prefeitura de João Pessoa - 16 nov. 2010


sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Secretaria da Habitação entrega certificado de regularização de imóveis em Arujá




A Secretaria de Estado da Habitação entregou nesta sexta-feira, 29 de outubro, Certificado de Regularização do bairro Chácaras Colinas Verdes, em Arujá, por meio do Programa “Cidade Legal”. O documento possibilita a averbação dos 104 imóveis desse núcleo habitacional em cartório. Foram beneficiadas 125 famílias. O secretário executivo do Programa “Cidade Legal”, Silvio Figueiredo, explicou que Arujá é um exemplo para o Estado no que diz respeito a regularização de imóveis. “O programa dá apoio técnico, mas quem regulariza as moradias é o município. Arujá é uma das cidades mais avançadas, pois as famílias de 17 bairros já estão recebendo seus documentos”. O prefeito de Arujá, Abel Larini, enfatizou a importância do convênio com a Secretaria da Habitação. “O Programa Cidade Legal tem nos ajudado muito. Tínhamos muito trabalho, pois dos 100 bairros da cidade, pelo menos 40 estavam irregulares. Hoje quase 50% estão com a documentação correta.” Em Arujá, 42 núcleos habitacionais estão cadastrados para a regularização no Programa “Cidade Legal”. Mais de 17 mil famílias podem ser beneficiadas.
SH – Assessoria de imprensa. Fones: (11) 2505.2489. E-mail: imprensa@cdhu.sp.gov.br

1.364 títulos de propriedade são entregues na região de Campinas

A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) entrega nesta sexta-feira, 29 de outubro, matrículas individualizadas de dois conjuntos habitacionais da região de Campinas. No primeiro evento, às 14h30, em Indaiatuba, serão entregues 664 títulos aos mutuários do conjunto Lúcio Artoni, no Jardim Eldorado. Em seguida, às 16 horas, em Americana, 700 mutuários do empreendimento Americana C receberão os documentos. As moradias foram regularizadas e averbadas pela CDHU, através do Programa Cidade Legal. Dessa forma, os mutuários podem obter a escritura definitiva de suas moradias assim que quitarem o financiamento. Se tornando de fato os proprietários dos imóveis, os mutuários têm garantido o acesso ao mercado formal de crédito e podem até comercializar suas casas ou transferi-las para seus herdeiros, entre outros benefícios. 
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Cotia regulariza 595 moradias pelo Programa “Cidade Legal”

A Secretaria de Estado da Habitação assinou nesta sexta-feira, 29 de outubro, Ordem de Início de Serviços (OIS) para a regularização de 595 imóveis de três núcleos habitacionais em Cotia, por meio do Programa “Cidade Legal”. A regularização vai beneficiar 714 famílias do Jardim Nossa Senhora das Graças, Recreio de Butiá e Jardim Nara Lúcia. Com o imóvel regularizado e averbado, o morador recebe um número de matrícula individual que possibilita seu registro em cartório, gerando uma escritura definitiva. Em Cotia, 54 núcleos habitacionais estão cadastrados para a regularização no Programa “Cidade Legal”. Mais de 11 mil famílias podem ser beneficiadas. 

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Botucatu: 416 moradias serão regularizadas pelo Programa “Cidade Legal”

Silvio Figueirerdo: "Tão importante quanto construir moradias é
legalizar as que já existem" 
(Foto: Igor Medeiros, AI:/PM-Botucatu)


A Secretaria de Estado da Habitação assinou nesta quinta-feira, 28 de outubro, Ordem de Início de Serviços (OIS) para a regularização de 416 imóveis de seis núcleos habitacionais em Botucatu, por meio do Programa “Cidade Legal”. A regularização vai beneficiar 499 famílias do Condomínio Verbena, Vila Ecológica Santa Rita, Condomínio Tarumã, Loteamento Aitiaia, Loteamento Jardim Vitória II e Loteamento Jaci Morgan. O secretário executivo do Programa “Cidade Legal”, Silvio Figueiredo, informou sobre o prazo para as famílias receberem suas escrituras. "Há anos essas famílias esperam, mas garantimos que num prazo de seis meses elas começarão a receber os documentos, o que as torna juridicamente proprietárias de suas casas. Tão importante quanto construir moradias é a legalizar as que já existem”, disse. O prefeito de Botucatu, João Cury Neto, destacou a importância da parceria com a secretaria da Habitação. “O município não consegue nada sozinho, nós contamos muito da ajuda do Programa Cidade Legal, pois é por meio dele, que essas famílias serão beneficiadas. É o reconhecimento de um direito da população”, falou. Em Botucatu, 11 núcleos habitacionais estão cadastrados para a regularização no Programa “Cidade Legal”. Mais de 1,8 mil famílias podem ser beneficiadas. 

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Jaú vai regularizar 283 moradias pelo Programa “Cidade Legal”

A regularização vai beneficiar 580 famílias do Jardim 
Concorde, Bairro Santo Ivo e Vila Ribeiro (Foto: SH/CDHU)


A Secretaria de Estado da Habitação assinou nesta quinta-feira, 28 de outubro, Ordem de Início de Serviços (OIS) para a regularização de 483 imóveis de três núcleos habitacionais em Jaú, por meio do Programa “Cidade Legal”. A regularização vai beneficiar 580 famílias do Jardim Concorde, Bairro Santo Ivo e Vila Ribeiro. O secretário executivo do Programa “Cidade Legal”, Silvio Figueiredo, explicou que é uma data muito importante para os moradores dos três bairros. “Nos próximos seis meses as famílias já poderão receber suas escrituras e, assim, passar a ser juridicamente donas das próprias casas”. O secretário de Habitação de Jaú, José Francisco Leonelli, falou sobre a espera da população pela regularização fundiária. “A Vila Ribeiro, por exemplo, existe há 100 anos e nenhuma família de lá tem documento da moradia. A regularização é uma vitória para essas famílias”. Roberto Perez, que há 45 anos mora na Vila Ribeiro, comemorou o início dos serviços para regularização do núcleo. “Estamos muito felizes. Esperamos por isso há anos. Agora o sonho está se tornando realidade”.

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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Franca recebe 576 títulos de propriedade

A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) entregou na última quarta-feira, 27 de outubro, 576 matrículas individualizadas dos apartamentos do Conjunto Habitacional City Petrópolis, em Franca. Com o documento, os mutuários que já quitaram seus financiamentos poderão registrar o imóvel em cartório. As 576 unidades do conjunto foram regularizadas e averbadas pela CDHU, através do Programa Cidade Legal. Dessa forma, o morador se torna de fato o proprietário da moradia, o que lhe garante o acesso ao mercado formal de crédito ou até comercializar sua casa ou transferi-la para seus herdeiros, entre outros benefícios. “Buscar a legalidade é fazer justiça social. Vamos continuar o trabalho e regularizar todos os conjuntos habitacionais de Franca”, disse a diretora de Assuntos Jurídicos e de Regularização Fundiária da CDHU, Rosália Bardaro. O prefeito Sidnei Franco da Rocha elogiou a iniciativa do governo estadual de resgatar o passivo de regularizações existente nos municípios. Segundo ele, em toda a história de Franca, nunca uma ação foi tão ágil e tão benéfica para os cidadãos. “Trazer segurança jurídica aos munícipes é tão importante quanto quaisquer outros serviços públicos”, afirmou o prefeito. Do total, 31 mutuários já quitaram seus financiamentos e receberam a documentação necessária para solicitarem a escritura definitiva junto ao cartório de registro de imóveis. A dona de casa Cleuza Batista da Silva, 44 anos, ficou viúva em 2004 e teve seu imóvel quitado por conta do ocorrido. Desde então, vivia preocupada com a possibilidade de não poder passar a casa para seus filhos. “O apartamento é o único bem que eu tenho para deixar de herança. Agora, tenho certeza que o imóvel está garantido para minha família”, disse.


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